domingo, 12 de março de 2017

Texto e imagem


6- aula
Texto e imagem

Cheguei cedo na sala e fiquei aguardando a chegada dos alunos e da professora. Depois de muita espera começaram a chegar poucos alunos, acabei achando estranho, porque já era 1h20 da tarde e só tinha chegado quatro alunos. A monitora chegou na sala informando que a aula seria no auditório. Isso poderia ter sido avisado antes, mas tudo bem. Logo após a informação, fui ao auditório e lá estavam os outros alunos. Foi então que pude perceber que a professora Andreia iria passar um filme.
Continuamos aguardando a chegada da professora até que  ela chegou um pouco tarde. Pediu desculpas aos alunos, falou que veio de carona e essa carona demorou. A aula finalmente começou. E os assuntos abordados na sala foram esses:
-Elemento textualidade.
-Aceitabilidade
- Informatividade
- Situcionalidade
-Coesão e coerência, oralidade, escuta, escrita.
A relação interdiscursividade e a relação intertextualidade serão abordadas no decorrer do filme que ela irá passar. Bom, não é bem um filme é um documentário de pessoas deficientes visuais. O nome do documentário foi “janela da alma” do diretores João Jardim e Walter Carvalho  de 2001. Esse documentário discute a temática: “O que é visão?” Por meio de entrevistas, nas narrativas e nos roteiro veremos isso. Os entrevistado são pessoas brasileiras e pessoas de outros países; demonstrando, assim, diversas culturas.
A professora Andreia provocou os alunos para discutirem em relação ao roteiro e imagem que aparecem no documentário. Assim que começou o documentário deu para perceber que cada um dos entrevistados tinha problema de visão. Têm pessoas que não enxergam, mas veem além das pessoas que enxergam, porque eles veem o interior das pessoas. Diferente das pessoas que enxergam e só observam o físico. Existem muito mais coisas, porque eles dizem que eles tem um terceiro olho - o olho da alma. Mas a maior dificuldade de um dos entrevistados foi o fato de perder sua filha no mar sem conseguir enxergar ele ficou a apavorado, mas com ajuda de Deus saiu tudo bem e ele conseguiu achar a filha. Vimos também pessoas que usam óculos e por que usam têm vergonha de si mesmas, porque não se acham atraentes ou por vergonha,  achando que as pessoas vão rir.
Eu me identifiquei muito com esse caso, porque muitas vezes deixava de usar óculos por vergonha e por que tinha medo das pessoas mangarem e isso me prejudicava bastante. Era muito difícil, principalmente, quando era para pegar coletivo para ir à aula ou para trabalhar. Às vezes eu perdia ônibus por ter dificuldade de enxergar, quando conseguia ver já estava passando. Tenho miopia, não consigo enxergar muito bem de longe. Essa é a maior dificuldade que eu enfrento hoje.
No documentário também apareceram algumas imagens  meio distorcidas e uma mais nítida. Eu achava que quando eles colocavam os óculos a imagem ficava viva e quando tirava ficava nublado, mas não era só isso... As imagens que ficavam distorcidas eram da cidade urbana e as imagens que eram vivas eram de natureza, eram paisagens. Isso mostra que às vezes deixamos de enxergar a beleza que realmente importa e observamos só a luxúria.
           O documentário terminou com o nascimento de um bebê, foi  a primeira vez que vi e um parto sem corte, foi lindo, e terminou quando o bebê abriu os olhos .Depois disso, a professora  discutiu sobre o documentário na sala e  disse que chamou a tenção dela o fato de muitas pessoas, na hora do filme, estavam saindo e ela perguntou aos alunos o porquê disso. Uns disseram que o filme “era muito parado” e outros disseram que “não fazia muito a sua praia”. Eu achei legal. O filme realmente era parado, mas aprendi e muito com aquelas pessoas, eu acho que me identifiquei com cada uma delas, por ter os mesmos problemas. A professora também falou sobre os pontos positivos dos textos e das imagens nubladas que tiveram no documentário. Depois ela informou que os alunos iriam fazer uma entrevista com pessoas sobre sua leitura nas escolas e depois fazer uma narrativa no blog sobre o que a pessoa respondeu; esse é o nosso novo trabalho. Depois tivemos novamente a roda de conversa com Milena, Melissa, Thiago e outro. Bom, isso é tudo! Até a próxima, beijos….


https://www.todamateria.com.br/paisagem-natural/

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Aula 5


Narrativas digitais

        Na aula de hoje foram mostrados outros blogs; uns melhores do que outros. A professora também deu uma chance aos alunos que não postaram todas as aulas. Uns dos blogs mostrados foram das irmãs Milena e Melissa, o que chamou a minha atenção foi o da Melissa. Esse fico muito interessante, porque ela se apresentou do começo do blog. Como assim? Disse o seu nome completo, quantos anos tinha, seu signo e o que gosta. Foi isso que diferenciou dos outros. Também foi mostrado o blog da Juliana, do Antônio, do André, e novamente foi mostrado o do Thiago-acho que a professora está pegando no pé dele. Durante isso tudo, quase dormi na sala por causa do cansaço. Não é fácil sair de Atalaia 3:30 da manhã para pegar transporte complementar para poder trabalhar e depois do trabalho estudar e chegar em casa depois das 20:00 ou mais. É muito cansativo, às vezes acho que estou no meu limite, mas eu olho para minha irmã e minha mãe e me dão forças para continuar, porque elas são lutadoras. Minha família é minha fortaleza, eu queria ser a metade da pessoa que minha irmã é. Ela já e formada em Letras. Também tenho muito orgulho dela, porque ela é uma vencedora.
       Continuando a aula... Ela tirou alguns dúvidas sobre intertextualidade, falou mais sobre as narrativas digitais; a professora falou que devemos ter um fonte de inspiração: uma delas Rubens Alves. Ela gostou mesmo desse autor. Particularmente, não acredito em amor eterno.
        O tema da narrativa digital desse ano é “o leitor que a escola te formou”. Houve algumas mudanças em relação ao ano passado, porque no ano passado, na minha antiga turma era tema escolhido pelo próprio aluno e era mais fácil. Foram vistas outras narrativas, todas eu já tinha visto. Os temas eram muito legais. Um dos temas foi “Tráfico de drogas”, “Consumismo” e sobre “Os jovens e suas casas nas ruas”, um tema melhor do que o outro, mas ninguém conseguiu superar a minha narrativa do ano passado com o título “O ‘Bem’ amado” que falou sobre o alto valor do feijão e o que pode substituí-lo; o que tem mais fonte de ferro e vitaminas do que o feijão, nesse caso o grão de bico. Tudo vocês poderão conferir logo abaixo .
          Na aula tivemos, ainda, revisão dos assuntos vistos na sala de aula, e para finalizar tivemos novamente a roda de conversa com mais quatro alunos. Nenhum dos livros que foram mostrados me interessou. Deve ser por que gosto de livro mais focado na primeira pessoa e que seja romance. Foram escolhidos alguns alunos para na próxima aula apresentarem. Quase ninguém queria, não sei se era vergonha ou se os alunos eram tímidos demais, visto que praticamente foram forçados a fazer a roda de conversa. Bom isso é tudo! Eu espero que curtam o vídeo... Beijos e até a próxima!



Aula 4

”O amor eterno”

     Nesta quarta aula foram mostrados alguns blogs de alguns alunos, foram falados os pontos positivos e negativos. Os alunos que mostraram os blogs foram Thiago, Ewerton e André. A professora Andreia elogiou muito o blog deles, ela leu a narrativa do César Augusto.
      Depois a professora explanou sobre a relação eu e o outro no universo da leitura e escrita, a intertextualidade, interdiscursividade, o universo da leitura e suas perspectiva de hoje. Foram vistos também duas crônicas: uma foi “mil e uma noite” de (Rubens Alves) e a outra não recordo o nome no momento, porque não comprei a xerox.
        A professora perguntou aos alunos qual foi a beleza dessa crônica. Um dos primeiros a falar foi o Thiago que disse que tudo foi lindo, alguns alunos disseram que um dos pontos positivos foi quando o sultão conheceu Sherazade que apresentou o verdadeiro amor para ele, mas a professora respondeu que não; o ponto positivo é o amor eterno. Esse é o ponto alto da crônica, para exercitar um pouco teve uma canção com Tribalistas e a música “Já sei namorar”, música que foi um dos temas da Eurocopa.   Música fala também sobre amor. É um bom texto, porque o ator deixa claro o seu bom posicionamento ; toda linguagem do texto tem interdiscursividade, há traços característicos na música e nas crônicas. A crônica tem o sujeito pós- modernidade, que está em jogo e os valores.
        E também vimos narrativas digitais: alguns vídeos foram mostrados - alguns eu já tinha visto, já que foram dos meus colegas do ano passado. Que saudade deles! No final da aula tivemos roda e conversa, muitos faltaram e por isso tivemos só duas apresentações. Até o próximo diário de bordo.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Aula 3

3. Aula

            Na terceira aula não pude comparecer por motivos pessoais, mas o que me informaram foi que a aula foi mais voltada para as dúvidas dos alunos em relação ao blog. Muitos alunos tiveram e ainda têm dificuldade para fazer. Realmente é difícil, mas quando se pega o jeito se torna fácil.
            No final da aula, a monitora Thatiane deu uma aula de como fazer um blog; o que ele tem que ter e tirou algumas dúvida dos alunos. Mesmo com tudo isso ainda restaram dúvidas. E essas só vão ser tiradas quando todos os alunos tiverem com a mão na massa, cada um nos seus blogs, quando cada aluno fizer o seu.

Na próxima aula vamos ter um trabalho com o novo texto, chamado” Mil e uma noites” - belo nome-, mas espero que o trabalho seja tão bom quanto o nome. Além de tudo isso, tiveram também roda de conversa. Queria muito ter participado, mas não pude, então espero vocês no próximo diário de bordo.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Aula 2-Imagem

                                     Imagem
Aula 2

Da leitura e da escrita introdução suas perspectiva são três pares:
Concepção leitura e escrita
Diferentes usos de linguagem
Elementos de Textualidade, coesão, coerência, aceitabilidade, informalidade, situacionalidade, inferência, intertextualidade.

      Ponto de vista inicial, fontes não há separação escrita e leitura, audição é muito importante tem algumas pessoas que não sabem escrever, mas sabem ser autênticas pela forma de falar. Isso se dá pelo seu conhecimento.

     No capítulo 1 do texto “Das tábuas da lei á tela do computador”, sabemos que a arqueologia da leitura no segundo parágrafo tem três  perspectivas conjuntivas, a língua em instrumento de comunicação instrumental sociológica.

     Arco da linguagem o primeiro momento produção na escrita oralidade, leitura, lendo ou escutando e a recepção no segundo momento a escrita e leitura e a oralidade vêm juntas, uma depende da outra.
Questões de textualidade o universo da leitura e escrita perspectivas linguística textual unidade de texto.

      Também foi dito na segunda aula, na roda de conversa, que e cada aula vamos trazer o nosso livro preferido e falar sobre ele. Tivemos também algumas narrações lidas na sala que vai ser postada no blog. Isso é tudo, até a próxima aula no diário de bordo.

Aula 1


 Na 1 aula foi visto o que é leitura e produção de texto; a professora Andreia mostrou alguns livros que já leu e que está lendo, ela fez isso pra nos incentiva a ler. O que mais gostei foi o livro Malala , um livro baseado em história real, no qual há uma menina que lutou por seu direto à educação, já que no Paquistão mulheres são proibidas de estudar, o que é um absurdo. Mas ela lutou e conseguiu, é uma história muito bonita e triste ao mesmo tempo. A professora falou, também, que vamos ter também que trazer um livro que mais gostamos, falar sobre ele e por que nós escolhemos esse livro.
Também foram vistos uns blogs de alunos, alguns exemplos  de como seria um blog, porque nesse período iremos apresentar um também. É difícil para alguns alunos que nunca fizeram, mas para mim não, porque eu já fiz, então não será difícil. O tema do blog será “Diário de bordo”. Interessante o tema, além disso  nesse blog teremos uma narrativa com o tema “Que leitores são vocês e como foi que a escola te formou?”.
Depois disso tivemos um atividade para casa: uma pesquisa na internet  sobre obras para leituras e ler um texto com o tema ” Das tábuas da lei á tela do computador” dos escritores Marisa Lajolo e Regina Zilberman .  A monitoria, no final da aula, deu algumas dicas aos alunos para ficar melhor para nos comunicarmos uns com outros através do watsapp, e e-mail que será da turma toda. Esse foi mais  um diário de bordo Até a próxima e confiram abaixo a narrativa, beijos.....



                                                           http://www.huffpostbrasil.com/aina-cruz/livros-essenciais_b_7132312.html           

Aula 1

     
Narrativa

      “Que leitores são vocês, como a escola te formou?”

Na minha infância não foi fácil de estudar, tive muitas dificuldades e poucos recursos também; como toda escola pública não tinha livro para incentivar os alunos a estudar, era só conteúdo e pouca leitura, além disso  havia, também, os professores que nunca incentivavam, então foi difícil e hoje em dia  eu não sou ligada a livros, não gosto de ler, nunca tinha lido um livro  inteiro  até entrar na Faculdade de Letras. Mesmo hoje é difícil, não gosto de ler, embora  saiba que é importante, mas não sou ligada e isso não só se deve a minha escola. Ajudaria se naquele tempo tivesse livro para ler, se os professores fosse mais focados.

Eu sei que não é só culpa deles, eu sei que na aquela época era difícil: faltava até giz, não tinha merenda, e os meus pais não tinham recursos para comprar livros. Então como leitora sou péssima , espero que nesse ano  eu possa ser uma leitora melhor.



                                         http://100porcentoaprendizagem.blogspot.com.br/2013/01/a-importancia-do-aluno-em-uma-escola.html